
Autor: ZendoCuritiba
Como começar a praticar ZAZEN no Zendo Curitiba
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS!
ENCONTRO ESPECÍFICO PARA INICIANTES
Todo primeiro sábado do mês, às 10h30
Encontro presencial de 2 horas de duração onde você irá conhecer os procedimentos básicos para a prática fundamental do zen, o zazen, e irá vivenciar esta prática por dois períodos (20’a 30’), entremeados pelo kinhin (meditação caminhando). Após a prática, há uma roda de conversa para compartilhamento das experiências e dúvidas.
Saiba mais e se inscreva
PRÁTICA REGULAR
Toda segunda e quarta, às 19h00
Prática presencial regular, com dois períodos de zazen (30’), entremeados pelo kinhin (meditação caminhando) – das 19h30 as 20h40.
Imprescindível chegar às 19h para receber instruções antes da prática.
Não é necessário inscrição prévia. Caso tenha duvida, escreva para zendocuritiba@gmail.com
Contribuição sugerida para todas as práticas: R$20
> Shobogenzo Zuimonki (81) – Livro 5 Parte 5

“(…) Quando estão advertindo sobre más ações, os textos criticavam aqueles que eram ricos com posses abundantes como sendo pessoas extravagantes e arrogantes.”
LIVRO 5
5-5
Um dia, um monge perguntou:
Em última instância, o que é melhor, uma pessoa inteligente sem a mente bodai ou uma pessoa ignorante com a mente bodai?” Dogen respondeu: “Muitas pessoas ignorantes com mente bodai por fim retrocedem. Pessoas inteligentes, embora desprovidas da mente bodai por fim despertam a aspiração pelo Caminho. Há muitos exemplos nesta época que provam isso. Portanto, antes de tudo, aprenda diligentemente o Caminho sem se preocupar se você tem mente bodai ou não.”
Para aprender o Caminho, simplesmente seja pobre. Em textos budistas e não-budistas, encontramos histórias de pessoas que eram tão pobres que não tinham um lugar fixo para morar; um vagou flutuando nas águas do Rio Soro[1], alguns se esconderam no Monte Shuyo[2], alguns sentaram-se na postura ereta (zazen) no chão debaixo de uma árvore, e outros construíram cabanas em cemitérios ou nas profundezas das montanhas. Havia também aqueles que eram tão ricos que construíram palácios pintados com laca vermelha e os adornaram com ouro e joias. Ambos os tipos de pessoas são encontrados nos textos. No entanto, aqueles que eram pobres e sem posses foram louvados como modelos para as gerações posteriores. Quando estão advertindo sobre más ações, os textos criticavam aqueles que eram ricos com posses abundantes como sendo pessoas extravagantes e arrogantes.”
[1] Referência a Kutsugen. Veja 2-23, nota de rodapé 1.
[2] Referência a Hakui e Shukusei, filhos de um rei da dinastia In. Quando o In foi conquistado pela dinastia Shu, eles se esconderam no Monte Shuyo e, por fim, morreram de fome.
