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> Shobogenzo Zuimonki (41) – Livro 2 Parte 19

Nossa maneira de prestar o débito de gratidão não deveria estar restrita a uma pessoa em particular. Considerando que temos débitos de gratidão para com todos os seres vivos tanto quanto para com nossos próprios pais e mães, devemos transmitir todos os méritos de nossas boas ações para todo o mundo do darma. Se os limitamos especificamente para nossos próprios pais nesta vida, vamos contra o Caminho da não intenção.

LIVRO 2

2-19

Durante uma palestra vespertina, Ejo perguntou:

“Devemos levar adiante a obrigação de prestar reconhecimento aos nossos pais e mães?”[1]

Dogen respondeu: “piedade filial é o mais importante. Entretanto, há uma diferença na forma como pessoas leigas e monges fazem isso. Leigos seguem os ensinamentos do Kokyo[2]etc. e servem seus pais na vida e na morte. Todas as pessoas no mundo sabem disso. Monges abandonam seu débito de gratidão e entram no reino da não-intenção (mui)[3]. Nossa maneira de prestar o débito de gratidão não deveria estar restrita a uma pessoa em particular. Considerando que temos débitos de gratidão para com todos os seres vivos tanto quanto para com nossos próprios pais e mães, devemos transmitir todos os méritos de nossas boas ações para todo o mundo do darma. Se os limitamos especificamente para nossos próprios pais nesta vida, vamos contra o Caminho da não intenção.

Em nossa prática diária e estudo periódico, seguir o Caminho de Buda continuamente é a única verdadeira maneira de realizar nossa piedade filial.

Pessoas leigas fazem serviços memorias e oferendas durante o chuin[4] (os quarenta e nove dias depois da morte de uma pessoa).

Como monges Zen, devemos conhecer a profundidade do real débito de gratidão para com nossos pais. Devemos enxergar tal débito como sendo igual à gratidão que temos para com o restante dos seres vivos. Escolher um dia em particular para praticar algo bom e transmitir o mérito para uma pessoa especial não parece de acordo com a compaixão de Buda. A passagem sobre os dias de aniversário da morte do pai e parentes de alguém no Sutra dos Preceitos[5]  se refere aos leigos.

Nos monastérios na China os monges fazem cerimonias nos aniversários da morte do seu mestre, mas não nos aniversários da morte de seus pais.


[1] Do japonês Hoon. Ho significa retribuir. On significa gentileza, favor, graça. Hoon pode ser traduzido como “retribuir uma gentileza” ou, como neste caso, pagar uma dívida de gratidão. A piedade filial era um dos conceitos mais importantes no pensamento confucionista na China, Coréia e Japão.

[2] Kokyo (Escritura sobre a piedade filial) é um dos clássicos mais importantes da Confucionismo. Neste texto, Confúcio insistia que a piedade filial é o fundamento de todas as virtudes e moralidade social.

[3] Mui não significa inativo. Significa agir livremente, como peixes nadando na água ou pássaros voando no céu sem deixar rastros.

[4] Estado intermediário entre a morte e a próxima vida. Diz-se que uma pessoa morta permanece neste estado suspenso por sete semanas.

[5] Diz o Bonmo-kyo (Brahmajala-sutra): “No dia do aniversário da morte de seu pai, mãe ou irmãos, convide um sacerdote para dar uma palestra sobre o sutra dos preceitos do bodisatva …”.

> História da nossa linhagem (10) – Zen no Brasil

O Zen Budismo tem suas origens nos ensinamentos de Bodidarma, o vigésimo oitavo Mestre Ancestral da linhagem que se inicia em Xaquiamuni Buda. Emigrando do sub-continente indiano, Bodidarma traz para a China do séc. VI d.C. um olhar bastante particular em relação aos ensinamentos de Buda. Seu feito mais conhecido é ter-se sentado de frente para a parede de uma caverna por nove anos ininterruptos. Os ensinamentos de Bodidarma dão origem a novas linhagens de prática, que depois de muito tempo terminam por influenciar decisivamente o surgimento do Zen no Japão do séc. XII. A linhagem Soto Shu, fundada por Eihei Dogen Zenjji Sama, a qual pertencemos, é uma destas.

10 – Zen no Brasil

Para os imigrantes japoneses que vieram para o Brasil, o Zen compreendia as práticas devocionais, o culto aos ancestrais e os rituais funerários, tal como era em seu país de origem. Deste modo, quando a Soto Zen enviou monges (kaikyoshi) para o exterior, nenhum conflito era esperado, uma vez que eles foram mandados a fim de continuar o sistema do templo familiar e atender a comunidade japonesa em nosso país.

Além deste cenário, aqui também encontraram, porém, o Zen chegado via intelectuais não japoneses que se interessaram por ele por meio da literatura europeia e americana, desde o final do século XIX. Por conta disso, estes monges missionários conheceram, entre não-descendentes de japoneses,  uma demanda pelo Zen monástico e pelo zazen – o que, ao longo do tempo, foi se configurando como um conflito em relação à autenticidade das práticas Zen[1].

Desde 1955 até os anos 2000, a Soto Shu enviou um total de 13 missionários ao Brasil. Eles eram, na sua maioria, filhos de monges, recém-formados pela Universidade da Soto Shu em Tóquio. A experiência no exterior, assistindo imigrantes no momento da morte, ministrando rituais funerários e culto aos ancestrais, seria parte da sua formação, que tinha por objetivo máximo herdar o templo de sua família[2].

Entre estes missionários, muitos continuaram suas carreiras dentro da Instituição, uma vez que desenvolveram o que as congregações japonesas esperavam delas. Outros mantiveram sua ligação com a instituição ao aceitar as medidas da Sotoshu e alguns, ainda, não tiveram uma longa carreira dentro da instituição, mas acabaram tendo um papel na expansão do Zen entre brasileiros não-descendentes[3].

Monja Coen Roshi, brasileira, depois de 12 anos no Japão, voltou ao Brasil como missionária da Soto Shu, assumindo a direção do templo sede oficial na América do Sul, o Busshinji, fundado em 1956.

O início de sua prática, no entanto, foi nos Estados Unidos, no Zen Center de Los Angeles, onde teve o primeiro contato com o Zen sob orientação de Maezumi Roshi. Lá praticou também com Charlotte Joko Beck e Genpo Sensei, então alunos de Maezumi Roshi. A identificação com a prática foi imediata e em poucos meses, após alguns workshops e sesshins, decidiu que se tornaria monja. Entretanto, Maezumi Roshi sentia que algo ainda não estava resolvido internamente. Tendo sido criada como católica, ela no fundo se sentia traindo Jesus – algo refletido nos constantes questionamentos de sua mãe sobre a necessidade de seguir uma religião estrangeira, uma vez que ela poderia se tornar uma freira católica. Apenas depois de um bom tempo de prática, a dúvida se esvaiu e finalmente Jesus e Buda se tornaram amigos em seu íntimo. Depois deste insight, tanto sua mãe quanto seu professor abençoaram sua escolha e em 14 de janeiro de 1981 foi ordenada monja[4].

Conta ela:

“Meses depois, tive uma entrevista individual com ele [Maezumi Roshi]. Me parecia um ser enorme, um homem grande. Na verdade, era mais baixo do que eu. Pensei estar na presença de um dragão celestial. Suas vestes eram verdes/azuis. Ele era imenso. Mais tarde, pedi para ser freira. Ele me disse que não havia freiras ali, apenas monges e monjas. “Então quero ser monja”, falei. “Vamos ver”, respondeu. Quem quisesse ser monge ou monja passava um ano como seu assistente pessoal. Assim fui convocada. Acordava antes de todos na casa. Preparava o chá do mestre, o suco da esposa, a mamadeira do bebê que acabara de nascer. Lavava o arroz, preparava a sopa e o esperava lendo um trecho do Shôbôgenzô (livro de ensinamentos do fundador da nossa ordem). Quando ele descia, ajudava-o a terminar de se vestir, tomávamos o chá juntos.

Eu acendia vários incensos e o seguia. Ele ia colocando incenso em todos os altares do templo: do jardim, da cozinha, da sala dos fundadores e, finalmente, da sala de zazen – que, nessa época, ficava lotada às 5h20 da manhã. Percorria a sala de ponta a ponta antes de se sentar. Recebia todas as pessoas que o solicitavam, fazia entrevistas individuais, dava palestras, lia, transmitia os ensinamentos aos seus discípulos mais antigos. Vi mestres fundadores sendo treinados. Sou antiga. Tenho mais de 30 anos nesta estrada. Alguns já morreram, se foram. Eu continuo levando a luz que me foi confiada”[5].

Em outubro do mesmo ano, Monja Coen Roshi já estava no Mosteiro Feminino de Nagoya[6], para o treinamento monástico conduzido por Shundo Ayoama Roshi:

“Durante oito anos, fiquei em internato e semi-internato no Mosteiro Feminino de Nagoya. Nossa superiora, Shundo Aoyama Roshi, me recebeu, quando cheguei, no Shoin. Não por eu ser importante, mas por não haver outro local para que eu me trocasse e me preparasse para a entrada oficial no mosteiro. Nesse dia, ela me advertiu:

— No mosteiro, não são todas mestras iluminadas. Somos pessoas que nos disponibilizamos a praticar os ensinamentos de Buda. Como pedras colocadas dentro de um recipiente, a prática diária nos faz esbarrar umas nas outras. Quem ficar arredondada primeiro não será ferida nem machucará ninguém. Seja bem-vinda.

Eu me julgava redonda e macia. Que ilusão”[7].

Neste período conheceu aquele que viria a ser seu Mestre de Transmissão, Yogo Roshi (Zenguetsu Suigan Daiosho), que a autenticaria como professora dos ensinamentos de Buda. A pedido de Aoyama Shundo Roshi, ele foi o diretor superior responsável pelos ensinamentos e treinamento do Mosteiro feminino de Nagoya; além disso, foi Abade Superior do mosteiro Saijoji  (em Odawara), e Vice-Abade Superior do mosteiro sede de Sojiji (Yokohama). Era um professor muito respeitado e por muitos anos ocupou o cargo de professor dos professores da escola Soto Zen. Destacou-se também na luta pela igualdade de direitos das monjas no Japão.

Disse sobre ele Monja Coen Roshi:

“Durante os anos que se seguiram em Nagoya, nas dificuldades de adaptação, sem conhecer o idioma e os costumes, era sempre a ele que me dirigia. Yogo Roshi vinha ao nosso convento cada dois ou três meses, por períodos de três, cinco, sete dias, a fim de liderar nossos retiros principais. Eu sempre dava um jeito de me esgueirar por entre o elo de proteção que a abadessa e as outras monjas faziam à sua volta e ia perturbá-lo nas horas de descanso, com minhas constantes perguntas, dúvidas e até mesmo reclamações. Ele sempre me atendeu. Falávamos do Shobogenzo de Mestre Dogen, da prática no convento, tomávamos chá juntos, muitas vezes acompanhados pela própria abadessa. Formou-se uma compreensão, entendimento, sutil e profundo, de grande força e delicadeza”[8].

Nos últimos anos de treinamento no Japão, Coen Roshi participou de um programa especial para futuros professores de mosteiros. Assim, graduou-se como monja especial, habilitada a ministrar aulas de Budismo para monges e leigos. Ainda sob a orientação de Aoyama Shundo Docho Roshi, foi a primeira monja líder do Mosteiro. Em 1995, retornou ao Brasil como missionária da tradição Soto Shu, servindo o Templo Busshinji, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Como ela mesma diz, quando voltou ao Brasil se incumbiu da difícil missão de transmitir dois elementos que mais a impressionaram no povo Japonês: kokoro, que significa “coração-mente-essência” e gaman, que significa aguentar, suportar. Ou seja, seu propósito é educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada e educar para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las[9].

Ficou no Templo Busshinji por seis anos (até 2001) e durante este período, realizou inúmeras atividades, tanto com descendentes japoneses quanto com não-descendentes. Entretanto, o reconhecimento dentro da comunidade japonesa veio aos poucos, graças ao seu árduo trabalho em preservar os rituais que a comunidade esperava que fossem realizados no templo, o que acabou pesando mais que o fato de ela ser mulher e não japonesa. Na realidade, sua fluência em português e japonês permitiu que ela se tornasse uma intermediária entre a comunidade brasileira e japonesa. Houve grande solicitação por parte dos primeiros imigrantes que ela oficiasse as cerimônias também em português, para que seus netos e netas entendessem sua tradição ancestral[10].

Sua presença atraiu cada vez mais não-descendentes para o templo e a maioria das atividades começou a ser realizada em português. Com o tempo, a tensão entre japoneses, nipo-brasileiros e não-descendentes tomou uma proporção de conflito explicito, que culminou no desligamento de Coen Roshi de seu posto no templo, mas não da Soto Shu. Estes conflitos revelaram um pouco das dificuldades na negociação de qual Zen deveria ser praticado no Busshinji e deixou claro que o que está em jogo em situações deste tipo é a resistência étnica contra a sociedade circundante e a identidade religiosa dos grupos[11]

Assim como outros missionários anteriores que perderam seus postos, Coen Roshi levou consigo seus alunos quando partiu. Diferente dos outros, não fundou um Centro Zen mas sim um Templo (Tenzui Zenji) na cidade de São Paulo, um bom exemplo de como as fronteiras entre o Zen ‘tradicional’ e o Zen ‘ocidental’, moderno, se diluíram – ali brasileiros não-descendentes e nipo-brasileiros (alguns antes católicos) se interessam por rituais “japoneses” (tais como funerais, homenagens aos falecidos, higan e o-bon), pelas práticas de zazen e pelos retiros tradicionais (sesshins) mas também por práticas como casamentos e Dia de Finados. Além do templo em São Paulo, Coen Roshi tem centros de alunos espalhados pelo Brasil, frequentados por brasileiros descendentes e não-descendentes, cuja prática fundamental é o zazen.

Outros missionários tiveram um papel central na disseminação do Zen entre brasileiros não japoneses. Um deles é Ryōtan Tokuda (1938-). Enviado para o Brasil em 1968, também deixou o Busshinji por conta de uma série de divergências, mas não deixou o Brasil. Começou a trabalhar independentemente com seus discípulos não japoneses e expandiu o Zen para o Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília e Recife[12]. Em 1976, fundou o primeiro mosteiro Zen na América Latina, o Mosteiro Zen Morro da Vargem, em Ibiraçu, ES.

Um tempo depois de deixar o Busshinji, teve também de deixar a Soto Shu pois ganhava a vida como profissional de shiatsu, acupuntura e tratamento com remédios alternativos, o que não era bem aceito pela sede da instituição em Tóquio. Entretanto, ele continuou ativo na difusão do Zen, fundou mais de quinze centros e ordenou mais de trinta pessoas[13]. Atualmente mora na França, onde está construindo um mosteiro, e vem anualmente ao Brasil para ministrar cursos de medicina chinesa, participar de retiros e orientar os praticantes de Budismo ligados à Sociedade Soto Zen do Brasil, fundada por ele[14].

Moriyama Roshi (1938-2011), por sua vez, depois de substituir Shunryu Suzuki em São Francisco (entre 1970-1973) também veio para o Busshinji e acabou tendo o mesmo problema que Suzuki Roshi. A congregação japonesa não estava feliz com sua preferência pelas práticas monásticas do Zen e pelos brasileiros não-descendentes e pressionaram a Soto Shu para demiti-lo. Foi deposto em 1995 e levou seus alunos não-descendentes, estabelecendo três novos grupos Zen: um na cidade de São Paulo, outro em Campinas e um terceiro em Porto Alegre. Ali morou entre 2000 e 2005, quando recebeu por doação cinco hectares de terras em Viamão. Batizou este local de Vila Zen (ligado ao grupo Via Zen), já com a intenção de montar um centro de prática intensiva. Quando retornou definitivamente ao Japão, sugeriu que a comunidade do Via Zen procurasse a orientação espiritual de Monja Coen Roshi. Desde então, ela vem fornecendo as diretrizes e acompanhando todas as etapas de desenvolvimento do Via Zen e Vila Zen[15].

Cada um destes missionários (e muitos outros não citados aqui), deram origem a uma grande rede de praticantes espalhados pelo país, cada qual vivendo suas próprias experiências de adaptar o Zen ao “caldo de cultura” brasileiro. 

Não diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, talvez um desafio no Brasil seja superar uma visão mais individualista do Zen, uma vez que muitos dos que o buscam o veem como uma alternativa pessoal a suas religiões de origem. Como afirma a antropóloga Cristina Rocha, é uma característica das pessoas das sociedades urbanas modernas evitar a ideia de uma instituição religiosa, organizada em uma hierarquia e com dogmas para instruir as pessoas sobre como se comportar e em que acreditar. Em suas pesquisas com praticantes do Zen no Brasil, para todos os seus entrevistados, o sagrado era construído por eles mesmos, em uma espécie de bricolagem dos “melhores” (para eles) atributos de diferentes religiões. Sendo assim, a prática central do Zen Budismo, o zazen, é visto como uma prática individual e a iluminação (satori), sua consequência, é tomada como resultado do esforço individual. Neste sentido,  o Zen Budismo é escolhido por ser, em sua visão, uma religião simples, sem dogmas e conectado à vida cotidiana dos praticantes[16].

Mas, como afirma Monja Coen,

“O Budismo japonês é contrário à individualidade, só existe prática no coletivo. A convivência é o que forma o monge. Fazer prática sozinha em uma caverna é impensável, não é considerada formação monástica. O comum é a vida em grupo, a experiência de relacionar-se entre seres humanos. Ver quem fica mais redondo, macio, sem pontas, sem brigar, sem se impor”[17].

Ou ainda, como diz Monja Heishin Sensei, discípula de Coen Roshi:“Um dos princípios fundamentais do Budismo é o de que estamos interconectados com todas as coisas, em infinitas causas e condições; não há separação. Buda teve essa experiência, não foi um pensamento racional. Depois, ele traduziu aquilo em uma linguagem, mas, primeiro, ele teve uma experiência profunda na qual foi árvore, foi lua, foi terra, foi vegetal, foi ar, foi animal, foi ser humano, tudo ao mesmo tempo. E daí vem a ética do cuidado, pois tudo o que se faz está interconectado com o resto. Por isso nossa ação budista é responsável, engajada, porque tudo o que fazemos, pensamos ou falamos tem que ser pensando no cuidado com a vida na Terra. O tripé do Budismo em nossa ordem, a Soto Zen, é justamente: direitos humanos, meio ambiente e cultura de paz”.


[1] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[2] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[3] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[4] COEN, Monja. Big Revolution. Entrevista. Disponível em: https://www.monjacoen.com.br/textos/entrevistas/422-big-revolution

[5] COEN, Monja. A sabedoria da transformação: reflexões e experiências / Monja Coen. – 1 ed. São Paulo: Planeta, 2014.

[6] Só no começo deste século que monjas tiveram um mosteiro especial para mulheres definido no começo deste século. Foram quatro monjas que uniram seus esforços e conseguiram fundar o convento de Nagoya. Outras fundaram em Niigata e em Toyama, mas o de Nagoya foi sempre o mais procurado (COEN, Monja. Zenguetsu Suigan Daiosho. Disponível em:  https://www.monjacoen.com.br/textos/textos-da-monja-coen/148-zenguetsu-suigan-daiosho).  

[7] COEN, Monja.  108 contos e parábolas orientais. 1. ed. – São Paulo : Planeta, 2015.

[8] COEN, Monja. Zenguetsu Suigan Daiosho. Disponível em:  https://www.monjacoen.com.br/textos/textos-da-monja-coen/148-zenguetsu-suigan-daiosho.

[9] COEN, Monja. Mensagem da Monja Coen sobre o Japão de agora. Disponível em: https://www.monjacoen.com.br/textos/textos-da-monja-coen/488-mensagem-da-monja-coen-sobre-o-japao-de-agora.

[10] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[11] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[12] ROCHA, Cristina. All Roads Come from Zen. Busshinji as a Reference to Buddhism.

Japanese Journal of Religious Studies 35/1: 81–94. 2008 .

[13] ROCHA, Cristina. O Zen no Brasil: em busca da modernidade cosmopolita. Campinas: Ponte, 2016.

[14] Ryotan Tokuda Igarashi. Disponível em: http://www.nossacasa.net/shunya/ryotan-tokuda-igarashi/

[15] Vila Zen. Prática ambientalismo vida comunitária.  Disponível em: http://www.viazen.org.br/si/site/0300/p/Vila%20Zen

[16] ROCHA, C. Being Zen-Buddhist in the Land of Catholicism. Revista de Estudos da Religião Nº 1, pp. 57-72, 2001. 

[17] COEN, Monja. A prática é a vida em grupo. Entrevista para a Revista Bodisatva. Disponível em: http://bodisatva.com.br/entrevista-monja-coen/

(Versão adaptada do texto “O que significa ser Zen Budista no Brasil”de Mui Leticia R. Sato).

> INSCRIÇÕES – Mini Zazenkai 24/10

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